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segunda-feira, 4 de março de 2013

10 dicas para usar o crowdfunding na educação

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Se você ainda não conhece o crowdfunding, confira algumas dicas sobre como usar essa prática na educação



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(Crédito: Shutterstock.com)
A ideia é simples: viabilizar um projeto por meio de pequenas contribuições de outras pessoas
 

O crowdfunding (financiamento coletivo, em português) está se tornando uma prática bastante constante no Brasil e no mundo. A ideia é simples: viabilizar um projeto por meio de pequenas contribuições de outras pessoas. Para isso, uma plataforma ajuda o usuário ou organização a explicar a ideia e a arrecadar os valores necessários.
 
Segundo informações do portal Porvir, o tipo de projeto não importa, pode ser a gravação de um CD, a publicação de um livro, a montagem de uma peça de teatro, a criação de uma startup, a produção de um filme ou até mesmo a pintura ou a compra de materiais para uma escola. Se você deseja utilizar o crowdfunding na educação, confira algumas dicas.  
 

1. Auxílio nas taxas

Com o ajuda do crowdfunding, os estudantes estão encontrando formas criativas para financiar seus estudos. Por meio da plataforma SmartMe, os alunos podem pedir financiamento para a compra de livros e o pagamento de taxas de alojamento, alimentação e matrícula de seus estudos. Em troca da ajuda, eles se comprometem a oferecer algumas recompensas, como manter a média escolar, realizar trabalho voluntário em alguma ONG ou até mesmo oferecer serviço relacionado à sua área de formação.  

2. Bolsas universitárias e de ensino médio

Outra opção é a Education Generation. Em parceria com outras organizações, ela seleciona excelentes alunos em condições de vulnerabilidade e dá visibilidade aos seus sonhos educacionais. Pelo site, o interessado pode ajudar esses alunos a conseguirem completar o ensino médio ou pagar seus estudos universitários.  

3. Pesquisa científica ou acadêmica

O portal Microzyra se dedica exclusivamente a arrecadar dinheiro para pesquisas. O diferencial da plataforma em relação as demais é que ela não oferece uma recompensa concreta, apenas compartilha os resultados de suas pesquisas no site e fornece visibilidade aos investidores.  

4. Criação de plataformas

A GoFundMe é uma plataforma que ajuda a criar modelos personalizados. Qualquer um pode entrar e fazer seu site, mas um dos usos frequentes é o educacional. Por ela, os alunos pedem contribuição para pagarem seus cursos universitários e professores tentam convencer outros usuários a financiarem uma viagem pedagógica com seus alunos. No site, cada projeto fica dividido por tema para facilitar a busca.  

5. Ferramenta pedagógica

O financiamento coletivo pode ajudar a angariar fundos para projetos, como viagens e feiras de ciência. Muitas escolas, especialmente as públicas, têm orçamento restrito. A iniciativa, em projeto-piloto, fez parte do Design for Change, movimento global que encoraja crianças a mudarem a realidade de onde vivem usando o design. O financiamento ajudou as crianças a substituir as tradicionais lixeiras pretas por outras mais divertidas.  
 
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6. Projetos para a comunidade

Também é possível usar o crowdfunding em sala de sala para transformar trabalhos escolares em alternativas que melhorem a vida dos alunos e de suas famílias. Em vez de fazer um projeto fictício, por que não fazer um trabalho no bairro, unindo pais e comunidade? Mais do que a arrecadação do dinheiro, o objetivo é estimular a criatividade dos estudantes sobre como o uso de recursos financeiros podem melhorar a vida em comunidade.  

7. Alunos financiando iniciativas

Em outro modelo, é possível também usar o crowdfunding com foco na educação cidadã: em vez de pedir ajuda, os estudantes são os apoiadores. Uma boa forma de trabalhar o tema é a Kiva.org. A plataforma angaria financiamento coletivo para ajudar ONGs no mundo inteiro que atuam no combate à pobreza com famílias em situação de vulnerabilidade. Ao contribuir para alguma das organizações que fazem da plataforma, os alunos acompanham o histórico de como seu financiamento está sendo utilizado para o bem da população.  

8. Educação empreendedora

O financiamento coletivo também pode ser voltado para a educação empreendedora. Em sala de aula, professores podem trabalhar com alunos de ensino médio sobre os temas como o financiamento coletivo, a criatividade, o processo de divulgação de sua vida e até mesmo responsabilidade social.  

9. Organização social

Aproveitando o crowdfunding para ajudar o próximo, um grupo de nove estudantes da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, criou o ReadySetLaunch. A organização sem fins lucrativos, dirigida por universitários da instituição americana atua com estudantes do ensino médio, preparando os jovens de baixa renda para a universidade.  

10. Startup

Outro exemplo é o Upstart, startup criada por um grupo de ex-funcionários do Google com o objetivo de ajudar diversos universitários a realizarem seus sonhos. Na prática, a empresa detecta o sonho do jovem, e fornece ajuda financeira e orientação sobre como ir atrás do seu sonho. Assim que os jovens se formam e são inseridos no mercado, os estudantes recompensam a startup, que usa o investimento para ajudar novos universitários.  
 

Fonte: Universia Brasil

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